Entre os espinhos da rosa e o arame da cerca
quarta-feira, 23 de março de 2011
15 1/2, dezessete 10
Quero alforria!
Quero me libertar!
Quero ver-me fora desse cubo cheio de luz.
Quero tapar meus ouvidos, não ouvir mais tua voz.
“Socorro!” meu grito ecoa mudo na mente.
“estou morrendo...”
17/03/2011
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