segunda-feira, 2 de março de 2015

Assalto a mãos amadas

Acho que sou distraída demais, ou meio burra mesmo, sei lá...
Vivo sendo assaltada, e não fico satisfeita em alguém me roubar uma vez só, cada pessoa que eu permito tem que me levar, no mínimo, umas três vezes de mim mesma.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

"Karintice"

Uma pessoa me provou que a maioria dos seres humanos é poligâmico instintiva e naturalmente.
Ok.
A maioria dos seres humanos gosta do que a maioria gosta, certo? Existem vários  nomes pra isso: moda, alienação, senso comum, etc etc etc. E é o que a maioria segue: a maioria.
Ok.
Já entendi isso tudo. E concordo. O que está provado está, ponto.

O meu problema é que já segui as maiorias. E não gostei. Em alguns aspectos até sigo, tudo bem, mas tudo que vira gosto geral passa a me desagradar, não sei porque.
E nessa nossa sociedade de maioria cada vez mais liberal, sem valores, sem sentimentos, cheia de conceitos e lutas ridículas pela reafirmação de seus próprios egos, eu me sinto HONRADA e obrigada a dizer: sou careta.
Se caretice é saber meu lugar, acreditar em deus (não em nenhum conceito pré estabelecido do que ele seja), gostar de ARTE (não de conceitos sobre o que ela é), buscar eternizar o que faço (e não seguir tendências efêmeras) e buscar o amor (aquele, ÚNICO! Sim!), sinto dizer, amigos revolucionários...
Meu nome é Caretice.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Carta ao meu Conselheiro (para Diego Oliveira).

O que eu posso dizer ao homem que me ensinou em 4 meses mais que qualquer pessoa em uns 10 anos? Acho que não só posso, como devo dizer que o amo. Amo tanto que preciso deixá-lo, pois infelizmente ele preza por uma liberdade que o acorrenta longe de mim, e eu não tenho as chaves pra tirá-lo de lá.
Preciso que saiba que o amor que sinto é belo e simples, como uma rosa de pétalas macias e rubras que enchem os olhos e lábios com a ânsia de tocar, possuir, cheirar, se entregar. Mas necessito que saiba também que, por mais belo e simples que seja este amor-rosa, meu coração já não quer correr o risco de vive-la, e no fim ter que lidar com os espinhos...

Cheiro de chuva

Chove para que não chores mais...