quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Ser artista.



Não me pergunte, eu não sei. Não sou socióloga, nem filósofa. Não sou cientista, sou artista.
Nem cidadã consciente me considero, embora seja um objetivo. Sei de cada causo um pouco; mas não me aprofundo em nada, não me denomino nada.
Eu sou livre. E é só o que sou. Nada mais! A denominação mais próxima de livre que encontrei foi artista, atriz. Porque ser ator é ser o que quiser, sem grandes culpas ou receios; é chorar sem dor, rir sem alegria, gemer sem prazer.
É como estar no céu e buscar o inferno enquanto milagres existem e deuses acontecem...

10/03/2010

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